World-Wide Web-based graphical user interfaces for laboratory data.
- PubMed: 12501813
Abstract
OBJECTIVES: Electronic medical record systems permit collection of large amounts of medical information. Usually, information is presented in a fixed format, either as text or tables. Health care providers have to navigate this fixed format in order to find information useful for a specific patient-provider interaction. The main objective of this work was to allow the provider immediate access to specific laboratory information through the development of a highly customizable, graphical user interface to the Mayo Clinic laboratory information system. METHODS: RESULTS: Here we describe this platform-independent, World-Wide-Web-based graphical user interface that allows the provider to see all or a predetermined panel of essential laboratory data in graphical format. Advantages include availability at internet-based workstations, immediate recognition of trends over time, ability to zoom in and out of specific periods of time, and detailed analysis of patient values in relationship to normal values. CONCLUSIONS: Web browser-based user interface allowing graphical display of laboratory data using Java technology was described. The connection to the Mayo Clinic laboratory information system combines cross-platform support for use on virtually any networked machine, interaction through a Web browser for ease of use, and a combination of the Perl and Java languages for powerful data processing and interactivity.
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World-Wide Web-based graphical user interfaces for laboratory data.
QUALIDADE DOS PORTAIS WEB DAS INSTITUIÇÕES PORTUGUESAS DE ENSINO
SUPERIOR: AVALIAÇÃO INICIAL
Álvaro Rocha
Universidade Fernando Pessoa, Porto, Portugal
amrocha@ufp.pt
Resumo
É do interesse das instituições de ensino superior ter Portais na Internet. A World Wide Web facilita
novas formas de disseminação de informação bem como reforça e proporciona novos serviços e novas
formas de interactividade. Sendo a Internet acedida maioritariamente em Portugal por jovens com
idades de se candidatarem ou de frequentarem o ensino superior, as instituições deste nível de ensino
devem colocar cuidados acrescidos nos seus Portais Web para que os seus clientes se sintam
satisfeitos, entendendo-se por clientes os alunos e os potenciais candidatos à frequência das
instituições. Este artigo apresenta um estudo que visou avaliar de forma inicial e objectiva a qualidade
de um conjunto de parâmetros e de funcionalidades básicas dos Portais Web das instituições
portuguesas de ensino superior. As principais conclusões indicam que a maioria das instituições
portuguesas de ensino superior que estava presente na Internet tinha de encetar um processo de
melhoria dos seus Portais para que o desempenho global dos parâmetros avaliados atingisse um nível
de qualidade positivo.
1. Introdução
O uso de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), onde se inclui a Internet e o seu
serviço World Wide Web, vem-se tornando incontornável no quotidiano da maioria das pessoas e
organizações, pelas facilidades, inovações e mais valias proporcionadas quando usadas correcta e
adequadamente.
A Internet e particularmente a World Wide Web aproximam consideravelmente as organizações
dos fornecedores, clientes e colaboradores. A World Wide Web facilita sobretudo a forma de disseminar
informação e reforça ou proporciona novos serviços e novas formas de interactividade.
Considerando que a Internet é acedida maioritariamente em Portugal por jovens com idades entre
os 15 e os 24 anos [OCT 2001], normalmente potenciais candidatos ou frequentadores do ensino superior,
as instituições deste nível de ensino deviam colocar cuidados acrescidos nos seus Portais Web para que os
seus clientes se sintam satisfeitos, entendendo-se por clientes os alunos e os potenciais candidatos à
frequência das instituições.
No caso dos potenciais candidatos, este aspecto torna-se fulcral. Resultados de inquérito realizado
no presente ano lectivo (2002-03) aos alunos do 1º ano da Licenciatura Engenharia Informática, da
Universidade Fernando Pessoa, mostraram que cerca de 35% tomaram conhecimento do curso através da
Web [Rocha 2002].
Assim, considerámos oportuno realizar um estudo que avaliasse de forma inicial e objectiva a
qualidade de um conjunto de parâmetros e de funcionalidades básicas dos seus Portais Web.
2. Metodologia
O estudo inicial da qualidade dos Portais Web das instituições portuguesas de ensino superior na
Internet foi desenvolvido em cinco fases.
A primeira fase, realizada na primeira metade de Janeiro de 2002, consistiu na identificação das
instituições e respectivos endereços Web. As instituições consideradas no estudo são as que se
encontravam listadas no Portal Web do Departamento do Ensino Superior1 do Ministério da Educação do
14º Governo Constitucional de Portugal. No caso das instituições em que não havia indicação de endereço
Web ou o endereço era incorrecto, optámos por fazer algumas buscas pelo nome em vários motores de
pesquisa ou, em alternativa, experimentar endereços que poderiam coadunar-se à instituição em causa,
com a finalidade de determinar o endereço. Quer de uma forma, quer da outra, houve algumas situações
de sucesso.
A segunda fase, realizada na segunda metade de Janeiro de 2002, consistiu no desenvolvimento de
uma grelha de aferição que permitisse uma avaliação equitativa de todos os Portais Web. A grelha foi
desenvolvida minuciosamente, com base em parâmetros de qualidade objectivos encontrados em
literatura [e.g., Siegel 1997, Smith 1998, Nielsen 1999, Andrade 2000, Santos e Amaral 2000, AuditWeb
1 http://www.desup.min-edu.pt
2001, Bit 2001, Vector21 2001] bem como na nossa experiência e visão de qualidade como utilizadores
de Portais Web.
Procurámos definir um conjunto de parâmetros de qualidade que permitisse uma avaliação
objectiva de funcionalidades básicas dos Portais Web em anális e. Assim, evitámos parâmetros cuja
avaliação pudesse ser subjectiva, tais como a qualidade estética e a qualidade dos conteúdos específicos
de cada Portal Web. Dez é o total de parâmetros resultante.
Importa dizer que outros parâmetros podiam ter sido considerados, pois uma avaliação objectiva
da qualidade de Portais Web poderá não se cingir apenas e necessariamente aos parâmetros que foram
analisados. Os parâmetros considerados são aqueles que nos pareceram mais críticos, mas outros
poderiam ter sido identificados. Uma síntese da grelha encontra-se para consulta no Anexo I.
A terceira fase, realizada entre Fevereiro e Abril de 2002, consistiu no primeiro momento de
avaliação da qualidade dos Portais Web. A avaliação foi feita por observação directa, complementada,
sempre que possível, pelo suporte de serviços credíveis disponíveis na Web.
A quarta fase, realizada em Maio de 2002, consistiu no segundo momento de avaliação da
qualidade dos Portais. Esta fase visou sobretudo fazer o controlo de qualidade do primeiro momento de
avaliação.
A quinta e última fase, realizada em Junho de 2002, consistiu no tratamento dos dados e na
elaboração do relatório do estudo.
3. Alvo do Estudo
Foram alvo do estudo todos os Portais principais de entrada em instituições portuguesas de ensino
superior. Não foram, portanto, alvo directo do estudo, os Portais Web das faculdades e das escolas dessas
instituições.
4. Estudo
Esta secção é constituída por três partes. Na primeira analisamos e discutimos a presença das
instituições portuguesas de ensino superior na Internet. Na segunda analisamos e discutimos a qualidade
dos seus Portais Web, para cada um dos dez parâmetros avaliados. E na terceira apresentamos uma
síntese da qualidade global, incluindo uma lista ordenada dos melhores, ou seja, aqueles que obtiveram
classificações de Bom ou de Muito Bom.
4.1. Presença das Instituições Portuguesas de Ensino Superior na Internet
Cento e setenta e uma (171) era o número de instituições portuguesas de ensino superior listadas
em Janeiro de 2002 no Portal Web do Departamento de Ensino Superior2 do Ministério da Educação do
14º Governo Constitucional de Portugal. As instituições encontravam-se agrupadas em seis categorias. No
estudo considerámos apenas cinco, por julgarmos que apesar da Universidade Católica ter uma relação
privilegiada com o Estado Português, resultante da Concordata, não deixa de ser uma Universidade
Privada.
Assim, considerámos as categorias: Universitário Público; Universidades Privadas; Politécnico
Público; Outros Privados; e Militar e Policial . A primeira categoria era constituída por 15 instituições,
a segunda também por 15, a terceira por 28, a quarta por 105 e a quinta por 8 (Tabela 1). Percebe-se,
então, que havia um desequilíbrio significativo na distribuição de instituições por categoria.
Tabela 1. Instituições de Ensino Superior versus Presença na Internet.
Categoria Instituições Presença na Internet % Presença
Universitário Público 15 15 100%
Universidades Privadas 15 13 87%
Politécnico Público 28 22 79%
Outros Privados 105 84 80%
Militar e Policial 8 6 75%
Total 171 140 82%
Os resultados mostram, como ilustram a Tabela e o Gráfico 1, que apenas 82% (140 em 171) das
instituições portuguesas de ensino superior dispunham de presença na Internet. O ensino Universitário
Público era o único que atingia o pleno (100%), dado que todas as suas instituições dispunham de Portal
Web. As Universidades Privadas conseguiam uma taxa de 87% (13 em 15), os Politécnicos Públicos 79%
(22 em 28), os Outros Privados 80% (84 em 105) e o Militar e Policial 75% (6 em 8).
2 http://www.desup.min-edu.pt
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