El paisaje lingüístico en las escuelas de Educación Intercultural Bilingüe del Perú

  • Sullón-Acosta K
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El Ministerio de Educación del Perú establece que las escuelas de Educación Intercultural Bilingüe (EIB) forman estudiantes que podrán comunicarse en lengua indígena y castellano al finalizar su periodo escolar. Además, en secundaria, se incluye el aprendizaje de inglés, generando un contexto multilingüe para los aprendices. Por lo general, en el marco de una educación bilingüe/multilingüe, las escuelas plantean la visibilización de las lenguas en el paisaje lingüístico escolar. Siguiendo esa perspectiva, se formuló una pequeña investigación en 25 escuelas EIB del Perú, con la finalidad de identificar el uso de lenguas y su combinación en el paisaje lingüístico. Los resultados evidencian, por una parte, que la mayoría solo usa la lengua indígena en el paisaje lingüístico dentro del aula, en un pequeño espacio destinado para ello. Fuera de esa zona, solo se usa el castellano. Por otra parte, las escuelas que sí usan la lengua indígena en diferentes espacios, lo hacen para nombrar algunos elementos del contexto, rara vez la usan para brindar otro tipo de mensaje. Asimismo, en ninguno de los casos, se encontró comunicados oficiales en lengua indígena. De este modo, se concluye que existe un limitado entendimiento acerca del impacto del paisaje lingüístico en la educación.The Ministry of Education of Peru establishes that Intercultural Bilingual Education (IBE) schools train students who will be able to communicate in indigenous language and Spanish at the end of their school period. Furthermore, in secondary school, the learning of English is included, generating a multilingual context for learners. Generally, within the framework of bilingual/multilingual education, schools raise the visibility of languages ​​in the schoolscape. Following this perspective, a small investigation was carried out in 25 IBE schools in Peru, with the purpose of identifying the use of languages ​​and their combination in the linguistic landscape. The results show, on the one hand, that the majority only uses the Indigenous Language in the linguistic landscape within the classroom, in a small space designated for it. Outside that area, only Spanish is used. On the other hand, schools that do use the Indigenous Language in different spaces do so to name some elements of the context, they rarely use it to provide another type of message. Likewise, in none of the cases were official communications found in the indigenous language. In this way, it is concluded that there is a limited understanding about the impact of the linguistic landscape on education.O Ministério da Educação do Peru estabelece que as escolas de Educação Intercultural Bilíngue (EIB) devem formar alunos que sejam capazes de se comunicar na língua indígena e em espanhol ao final do período escolar. Além disso, no ensino médio está incluída a aprendizagem do inglês, o que gera um contexto multilíngue para os alunos. Em geral, no âmbito da educação bilíngue/multilíngue, as escolas aumentam a visibilidade das línguas na paisagem linguística escolar. Seguindo esta perspectiva, foi realizada uma pequena pesquisa em 25 escolas de EIB no Peru, com o objetivo de identificar o uso das línguas e sua combinação na paisagem linguística. Por um lado, os resultados mostram que a maioria só utiliza a língua indígena na paisagem linguística dentro da sala de aula, num pequeno espaço destinado para isso. Fora dessa área, apenas o espanhol é usado. Por outro lado, as escolas que utilizam a língua indígena em diferentes espaços o fazem para nomear alguns elementos do contexto, mas raramente a utilizam para transmitir outro tipo de mensagem. Similarmente, em nenhum dos casos foram encontradas comunicações oficiais na língua indígena. Dessa forma, conclui-se que há uma compreensão limitada sobre o impacto da paisagem linguística na educaçãoO Ministério da Educação do Peru estabelece que as escolas de Educação Intercultural Bilíngue (EIB) devem formar alunos que sejam capazes de se comunicar na língua indígena e em espanhol ao final do período escolar. Além disso, no ensino médio está incluída a aprendizagem do inglês, o que gera um contexto multilíngue para os alunos. Em geral, no âmbito da educação bilíngue/multilíngue, as escolas aumentam a visibilidade das línguas na paisagem linguística escolar. Seguindo esta perspectiva, foi realizada uma pequena pesquisa em 25 escolas de EIB no Peru, com o objetivo de identificar o uso das línguas e sua combinação na paisagem linguística. Por um lado, os resultados mostram que a maioria só utiliza a língua indígena na paisagem linguística dentro da sala de aula, num pequeno espaço destinado para isso. Fora dessa área, apenas o espanhol é usado. Por outro lado, as escolas que utilizam a língua indígena em diferentes espaços o fazem para nomear alguns elementos do contexto, mas raramente a utilizam para transmitir outro tipo de mensagem. Similarmente, em nenhum dos casos foram encontradas comunicações oficiais na língua indígena. Dessa forma, conclui-se que há uma compreensão limitada sobre o impacto da paisagem linguística na educação.

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Sullón-Acosta, K. (2024). El paisaje lingüístico en las escuelas de Educación Intercultural Bilingüe del Perú. Revista Iberoamericana de Educación, 96(1), 83–95. https://doi.org/10.35362/rie9616436

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