Abstract
É nosso propósito, neste estudo, evidenciar que a passagem do texto oral para a escritura não representa uma perda de vitalidade, em função de uma ausência da voz viva. E que o texto escrito, por sua vez, não é portador de uma maior fidelidade a algo que foi comunicado na origem de sua produção, mas que ambos estão em constante relação de troca, entre si e com os acontecimentos históricos, criando uma memória viva, portadora da tradição, que se faz presente no aqui e agora através da performance, ato vivo de comunicação.
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Guimarães, E. (2001). Oralidade e escrita. Linha D’Água, 0(15), 109. https://doi.org/10.11606/issn.2236-4242.v0i15p109-111
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