Abstract
A partir de uma conceção de currículo em sentido lato, e tendo como referência acontecimentos recentes ocorridos em Portugal, o artigo discute a impossibilidade de o currículo poder constituir-se em fonte de transgressão, as- sumindo-se, pelo contrário, como fonte de mesmice e de ortodoxia. Além disso, rejeita também a possibilidade de inovação curricular e inovação pedagógica serem expressões sinónimas e de que a operacionalização do currículo na escola através das práticas (docentes) de desenvolvimento curricular possa equivaler ou conduzir a inovação curricular. Em oposição, relaciona inovação pedagógica e heterodoxia, cuja probabilidade é muito maior fora do espaço colonizado pelo currículo da escola.
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Fino, C. N. (2016). Inovação Pedagógica e Ortodoxia Curricular. Revista Tempos e Espaços Em Educação, 9(17), 13–22. https://doi.org/10.20952/revtee.2016vl9iss17pp13-22
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