Abstract
Resultados empíricos anteriores sobre os determinantes da intensidade em P&D têm sugerido indiretamente a relevância de competências não observadas relacionadas a P&D. Cohen e Klepper (1992) desenvolveram um modelo probabilístico que é capaz de ser consistente com fatos estilizados bem conhecidos acerca da distribuição de P&D tais como agrupamento em torno de zero, unimodalidade e assimetria positiva e gera previsões bem definidas sobre a correlação entre os diferentes momentos da distribuição (média, variância, coeficiente de variação e assimetria). A evidência para setores a 3-dígitos da indústria de transformação em São Paulo é em grande parte consistente com o referido modelo teórico.
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Façanha, L. O., & Resende, M. (2009). R&D Intensity in the Brazilian Industry: some distributional regularities. Revista Brasileira de Inovação, 3(2), 309. https://doi.org/10.20396/rbi.v3i2.8648900
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