Abstract
No cenário de educação distanciada que desenrolou com a pandemia da Covid-19 e que de forma abrupta os professores tiveram que se adaptar as emergências escolares, uma pergunta inevitavelmente se impôs: Quais as variáveis intervenientes nos efeitos positivos e negativos no formato do modelo remoto emergencial de Orçamento Corporativo? Dada especificidade e singularidade do objeto de pesquisa trata-se de um estudo de caso único com forte natureza qualitativa. Do ponto de vista metodológico se adotou a observação participante em que o próprio pesquisador é parte do contexto e análise de conteúdo decorrente dos artefatos documentais gerados: o blog de campo e as vídeoaulas gravadas. Os procedimentos analíticos foram baseados nos contrastes teóricos e esquemas. Para validar recorreu-se aos pesquisadores de Educação. A janela temporal contemplou 11 semanas entre junho e agosto de 2020. Pode-se evidenciar as seguintes variáveis indutoras de efeitos positivos: a) ações reflexivas, b) curiosidade instantânea, c) autoavaliação, e d) interação com os pares. Já as negativas salientaram: a) a distância; b) autonomia e c) ressignificação.
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Pereira, F. I. (2024). Pontos e contrapontos das aulas de orçamento corporativo no ensino remoto emergencial: um olhar reflexivo. Caderno Pedagógico, 21(1), 930–951. https://doi.org/10.54033/cadpedv21n1-048
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