Distanciamento social, risco cardiometabólico e alteração psicossocial em crianças obesas durante pandemia do COVID-19

  • Alberto Menezes C
  • Santos Vasconcelos R
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Objetivos: Correlacionar os dados da relação cintura/estatura no distanciamento social decorrente do SARS-CoV-2 com o perí­odo antes da pandemia em crianças obesas e eutróficas, e comparar o comportamento psicossocial de ansiedade com hábitos de hiperfagia e beliscador das crianças obesas. Método: Estudo caso controle, realizado no Centro de Especialidades Médicas em Crianças e Adolescentes em Aracaju-Sergipe, com 30 crianças obesas e 10 eutróficas. Resultados: A relação cintura/estatura no pré e pós isolamento social nos meninos foi 0,64 e 0,74 respectivamente (p< 0,001) e nas meninas foi 0,72 antes do isolamento e 0,81 após (p< 0,001); as crianças obesas já apresentavam comportamento de ansiedade tanto no pré isolamento (OR=5,4) quanto no pós (OR= 9,6); e comportamento alimentar hiperfágico e beliscador no pré isolamento (OR = 7,2) e pós (OR= 9,2). Conclusão: Observou-se que o distanciamento social promoveu um incremento da obesidade central e ansiedade, refletida com hábitos hiperfágicos e beliscador.

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Alberto Menezes, C., & Santos Vasconcelos, R. (2021). Distanciamento social, risco cardiometabólico e alteração psicossocial em crianças obesas durante pandemia do COVID-19. Saúde Coletiva (Barueri), 11(65), 5870–5881. https://doi.org/10.36489/saudecoletiva.2021v11i65p5870-5881

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