Abstract
Este artigo se propõe a discutir a função de imaginação e a atividade criadora da criança cega em atividade de contação de história. O trabalho se fundamenta em estudos vigotskianos sobre a imaginação e a atividade criadora, configurando um estudo de caso, tendo por participante uma criança cega de seis anos de idade, matriculada em uma escola especializada na cidade do Rio de Janeiro, Brasil, no ano de 2020. Os resultados apontam que os processos compensatórios, constituídos por ferramentas e técnicas especializadas, bem como a intervenção dada no processo instrucional, permitem que a criança cega participe dos mesmos mecanismos que orientam a atividade criadora de uma criança vidente.
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Rangel, F. A. (2023). Contando História. Revista Portuguesa de Pedagogia, 57, e057006. https://doi.org/10.14195/1647-8614_57_06
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