Abstract
Nesse artigo buscamos realizar uma análise crítica do fenômeno da medicalização social e sua expressão na educação, utilizando-se do arcabouço científico-epistemológico da determinação social do processo saúde-doença. Em grande parte das elaborações atuais incorre-se à indústria farmacêutica o papel de principal determinante da medicalização. Porém, a ampliação da produção e consumo de atos, tecnologias e serviços de saúde, “esquadrinhando” cada dimensão da vida sob os ditames da biomedicina, é somente a manifestação mais visível de um processo mais complexo e profundo: o movimento de produção crescente de respostas no campo biomédico para manifestações de contradições sociais. Verificou-se que tal processo se apresenta também no campo da educação, por exemplo, ao buscar responder às necessidades de formação de indivíduos adaptados às atuais relações sociais.http://dx.doi.org/10.14572/nuances.v25i1.2728
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De Almeida, M. R., & Gomes, R. M. (2014). MEDICALIZAÇÃO SOCIAL E EDUCAÇÃO: CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA DA DETERMINAÇÃO SOCIAL DO PROCESSO SAÚDE-DOENÇA. Nuances: Estudos Sobre Educação, 25(1), 155–175. https://doi.org/10.14572/nuances.v25i1.2728
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