ESTRESSE SALINO EM PLANTAS DA ESPÉCIE FLORESTAL SABIÁ

  • Silva M
  • Viégas R
  • Dantas Neto J
  • et al.
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Abstract

Este trabalho foi conduzido em condições de casa-de-vegetação, com o objetivo de avaliar o crescimento de plantas jovens de sabiá (Mimosa caesalpiniaefolia Benth) cultivadas em diferentes níveis de salinidade da água de irrigação (1, 2, 3, 4, 5 e 6 dS.m-1). O solo, após seco, destorroado, peneirado e homogeneizado, foi colocado em vasos com altura de 34 cm, e diâmetro de 29 cm. Aos 120 de aplicação dos tratamentos, foram avaliados os efeitos da salinidade da água no comportamento das plantas, com avaliações da altura da parte aérea, diâmetro do coleto, massa seca da parte aérea e das raízes. O experimento envolveu 6 (seis) níveis de salinidade da água, com três repetições. Todavia a salinidade afetou de forma diferenciada cada variável estudada (altura, diâmetro do coleto, massa seca da parte aérea e das raízes) sugerindo que os efeitos deletérios da salinidade, não foram igualmente distribuídos. Considerando como critério de avaliação de tolerância à salinidade a produção de massa seca, concluiu-se que as plantas jovens de sabiá nas condições estudadas, apresentaram sensibilidade aos efeitos da salinidade.

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Silva, M. B. R. da, Viégas, R. A., Dantas Neto, J., & Farias, S. A. R. (2009). ESTRESSE SALINO EM PLANTAS DA ESPÉCIE FLORESTAL SABIÁ. Caminhos de Geografia, 10(30), 120–127. https://doi.org/10.14393/rcg103016009

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