Abstract
A fotografia possui um caráter preservacionista nato, considerados historicamente os esforços para fixação do dispositivo em suporte durável e sua circulação social. Essa natureza se confirma quando analisamos as relações da fotografia com o universo da preservação de bens culturais. No entanto, é preciso considerar a complexidade que reside nessa relação, que envolve o próprio status documental da fotografia, nossas relações com a visualidade e antes de tudo, as relações de poder que estão por trás das iniciativas de construção de memória. Para tanto, observemos a cidade e a maneira como cotidianamente convivemos com fotografias de bens culturais
Cite
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Roma, B. de A. (2017). Fotografia e preservação de bens culturais: relações e paradoxos. URBANA: Revista Eletrônica Do Centro Interdisciplinar de Estudos Sobre a Cidade, 9(2), 354–370. https://doi.org/10.20396/urbana.v9i2.8648572
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