Abstract
Abstract This paper investigates the causes of generational differences at work and their impact on the propensity to trust. We treated propensity to trust as a proxy for social capital, enhancing cooperation and efficiency. We assessed trust variations in a sample of five companies using combined qualitative and quantitative methods to investigate possible differences in the levels of trust among generational cohorts. We conducted 36 in depth-interviews and 24 focus groups and collected 894 valid questionnaires. The qualitative analysis suggests that differences among generations are related to the experience of time and time-flow and uncertainty and vulnerability throughout one’s lifetime. The results confirm that perceived vulnerability negatively affects the predisposition to trust.Resumo Este artigo investiga as causas das diferenças geracionais no trabalho e seu impacto na propensão para confiar. Tratamos a propensão a confiar como um proxy para capital social, aumentando a cooperação e a eficiência. Avaliamos as variações de confiança em uma amostra de cinco empresas usando métodos qualitativos e quantitativos para investigar possíveis diferenças nos níveis de confiança entre grupos geracionais. Conduzimos 36 entrevistas em profundidade e 24 grupos de foco, e coletamos 894 questionários válidos. A análise qualitativa sugere que as diferenças entre as gerações estão relacionadas à experiência de tempo e fluxo de tempo, bem como à incerteza e vulnerabilidade ao longo da vida. A vulnerabilidade percebida afeta negativamente a predisposição para a confiança. Os resultados do estudo quantitativo confirmam esse achado.Resumen Este artículo investiga las causas de las diferencias generacionales en el trabajo y su impacto en la propensión a confiar. Tratamos la propensión a la confianza como un proxy del capital social, aumentando la cooperación y la eficiencia. Evaluamos las variaciones de confianza en una muestra de cinco empresas utilizando métodos cualitativos y cuantitativos para investigar posibles diferencias en los niveles de confianza entre grupos generacionales. Realizamos 36 entrevistas en profundidad y 24 grupos focales, y recopilamos 894 cuestionarios válidos. El análisis cualitativo sugiere que las diferencias entre generaciones están relacionadas con la experiencia del tiempo y el flujo del tiempo, así como con la incertidumbre y la vulnerabilidad a lo largo de la vida. La vulnerabilidad percibida afecta negativamente la predisposición a la confianza. Los resultados del estudio cuantitativo confirman este hallazgo.
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Migueles, C. P., Zanini, M. T. F., Carvalho, J., & Filardi, F. (2021). The impact of generation diversity on trust within companies. Cadernos EBAPE.BR, 19(4), 932–945. https://doi.org/10.1590/1679-395120200218
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