Abstract
A fissura labiopalatina é a malformação congênita mais comum do ser humano, envolvendo a face e a cavidade bucal. Uma das fases do tratamento reabilitador consiste, na maioria dos casos, na movimentação dentária no local onde há ausência de suporte ósseo. Isso só é possível com a realização do enxerto ósseo alveolar na região da fissura, objetivando-se o suporte e reconstrução do arco dentário e o fechamento de fístula nasal. O enxerto realizado na época de dentição mista, antes da irrupção do canino permanente, é considerado um procedimento fundamental e quando retirado da crista ilíaca do próprio paciente tem as vantagens de um material autógeno cuja incorporação é favorecida. Entretanto, pesquisas têm sugerido o uso de proteína morfogenética óssea recombinante humana para enxertia em pacientes fissurados. O objetivo deste artigo é revisar a literatura atual sobre enxertos ósseos alveolares e discorrer sobre as perspectivas futuras diante de novos materiais disponíveis.
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Pessoa, E. A. M., Braune, A., Casado, P. L., & Tannure, P. N. (2017). Enxertos ósseos alveolares na fissura labiopalatina: protocolos atuais e perspectivas futuras. Revista de Odontologia Da Universidade Cidade de São Paulo, 27(1), 49. https://doi.org/10.26843/ro_unicid.v27i1.244
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