Puérperas de sí­filis congênita de uma maternidade de Cabo Frio-RJ: levantamento do perfil epidemiológico

  • Cristiane Nascimento Felipe
  • Daniela da Silva Freitas
  • Luciana da Costa Nogueira Cerqueira
  • et al.
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Objetivo: identificar o perfil epidemiológico de puérperas de sí­filis congênita internadas em uma maternidade do municí­pio de Cabo Frio-RJ. O cenário foi uma maternidade do municí­pio de Cabo Frio. Os sujeitos foram 24 puérperas de recém-nascidos com sí­filis congênita. A maior parte das entrevistadas tem entre 18 e 24 anos (66,7%), apresentam o ensino médio completo (54,2%), são solteiras (75%), declaram-se negras (54,2%) e possuem renda familiar de um salário mí­nimo (45,8%). A maioria não tem parceiro fixo (66,7%) e não utiliza preservativo (50%) durante as relações sexuais. O maior número declarou ter realizado o pré-natal (75%), tendo o diagnóstico de sí­filis entre 3 a 6 meses de gestação (54,2%). Majoritariamente o parceiro não recebeu tratamento (62,5%) e não houve orientação de enfermagem no pré-natal (62,5%). A redução da sí­filis na gestação e consequentemente da sí­filis congênita, está relacionada a um atendimento prioritário e adequado na rede básica de saúde.

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Cristiane Nascimento Felipe, Daniela da Silva Freitas, Luciana da Costa Nogueira Cerqueira, Priscila Pradonoff Oliveira, Carlos Eduardo Peres Sampaio, & Giselle Barcellos Oliveira Koeppe. (2019). Puérperas de sí­filis congênita de uma maternidade de Cabo Frio-RJ: levantamento do perfil epidemiológico. Nursing (São Paulo), 22(255), 3105–3110. https://doi.org/10.36489/nursing.2019v22i255p3105-3110

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