Estilos parentais, inteligência emocional e o enfant terrible – relações, implicações e reflexões

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Resumen pp.155-162 Resumo Revista de Enfermagem Referência Existe uma forte evidência científica que sustenta a relação estreita entre o estilo educacional e as práticas a ele associadas, como preditores e determinantes fulcrais do desenvolvimento psicossocial da criança/adolescente. Com efeito, objetiva-se compreender que influências exerce a parentalidade, mormente a componente emocional e o controlo na aquisição de competências emocionais e sociais dos jovens. A metodologia consistiu numa reflexão crítica sobre a revisão da literatura efetuada. Conclui-se que o estilo autoritativo é uma praxis parental que potencia a inteligência emocional, com ênfase numa supervisão adequada e métodos disciplinares moderados, revelando-se fundamental para o desenvolvimento de adultos emocionalmente competentes, evitando problemas de internalização e externalização do comportamento. Palavras-chave: educação infantil; emoções; controlo; comportamento. Existen fuertes evidencias científicas que sostiene la estrecha relación entre el estilo educativo y las prácticas asociadas a este, como predictores clave y determinantes esenciales del desarrollo psicosocial de los niños/adolescentes. De hecho, el objetivo es entender qué influencia ejerce la paternidad, especialmente el componente emocional y el control en la adquisición de competencias emocionales y sociales de los jóvenes. La metodología consistió en una reflexión crítica sobre la revisión de la literatura realizada. Se concluye que el estilo autoritativo es una praxis parental que potencia la inteligencia emocional, centrada en una supervisión adecuada y unos métodos disciplinares moderados. Es fundamental para el desarrollo de adultos emocionalmente competentes y evita problemas de internalización y externalización del comportamiento.

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Paula, J. (2012). Estilos parentais, inteligência emocional e o enfant terrible – relações, implicações e reflexões. Revista de Enfermagem Referência, III Série(no 8), 155–162. https://doi.org/10.12707/riii1203

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