Gestão direta de Florestas Públicas: uma alternativa de gestão territorial em áreas protegidas

  • Pinto M
  • Vasconcellos Sobrinho M
  • Rocha G
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Abstract

O artigo analisa as principais dificuldades e avanços de um processo de gestão direta de Floresta Pública. Em particular, analisa a gestão direta da Floresta Estadual do Antimary, no Estado do Acre. O trabalho foca-se nos fatores que contribuíram para a gestão florestal, para a conservação dos recursos naturais e para o desenvolvimento da comunidade residente na unidade de conservação. Metodologicamente, trata-se de um estudo de caso com abordagem qualitativa e o uso do método histórico-descritivo para a análise dos dados que foram obtidos por meio de observação participante, de entrevistas semiestruturadas, do levantamento documental e do uso da ferramenta de geoprocessamento. O artigo mostra que a gestão direta pode ser um mecanismo eficiente de gestão territorial de áreas protegidas, apesar das dificuldades impostas pelas limitações de captação de recursos. O modelo de gestão direta de reserva florestal, quando aplicado em unidades de conservação relativamente pequenas, pode representar um aumento na capacidade de intervenção política do Estado e das comunidades na gestão da unidade, contribuindo, assim, para a redução do desmatamento e dos conflitos pelo uso dos recursos.

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Pinto, M. D. A., Vasconcellos Sobrinho, M., & Rocha, G. D. M. (2015). Gestão direta de Florestas Públicas: uma alternativa de gestão territorial em áreas protegidas. Desenvolvimento e Meio Ambiente, 35. https://doi.org/10.5380/dma.v35i0.41514

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