O objetivo central do presente texto é, a partir de múltiplos casos então expostos e discutidos, estabelecer uma reflexão que, ancorada nos estudos de gênero e de sexualidade, na teoria queer, em proposições sobre espalhamento em redes digitais, cultural pop brasileira nos permita, como bichas intelectuais, problematizar as disputas materiais e simbólicas que constituem vidas e delimitam pesos de corpos de diversas e plurais crianças viadas. A primeira do texto discute noções da performatividade de gênero e cultura pop que perpassam as visibilidades das crianças viadas em redes de sociabilidade, contextualizando, também, a nossa posição subjetiva e afetiva nesses processos. A segunda discute os preceitos da espalhabilidade de conteúdos na cultura digital, entendendo como as viadices podem se configurar em signos espalháveis. No terceiro item, debatemos como a cultura pop digital brasileira é engendrada por questões de gênero e sexualidade. Por fim, após apresentar e tensionar os casos, sinalizamos aspectos normativos e de resistência no espalhamento pop de crianças viadas.
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