Este artigo pretende elucidar como a imagem de diplomata foi construída e reproduzida no Itamaraty, desde a gênese dessa instituição no Brasil. A hipótese condutora da pesquisa é que tal imagem desenvolveu-se a partir da exclusão da mulher, devido ao ethos do MRE embasar-se no patrimonialismo, no elitismo e na desigualdade de gênero. Partindo de revisão bibliográfica e pesquisa documental, abordaremos os feminismos nas RI, as características do ethos itamaratiano e a questão da mulher no Itamaraty.
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Almeida Santos do Amparo, G., & Bertino Moreira, J. (2021). A diplomacia não tem rosto de mulher: o Itamaraty e a desigualdade de gênero. Meridiano 47 - Journal of Global Studies, 22. https://doi.org/10.20889/m47e22001