Heliconia acuminata reproductive success is independent of local floral density

  • Bruna E
  • Kress W
  • Marques F
  • et al.
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Abstract

Reproductive plants in tropical forests are patchily distributed, with some in large aggregations of reproductive consepecifics while others are relatively isolated. This variation in floral density is hypothesized to have a major effect on plant reproductive success, since individuals in higher density neighborhoods can attract more or higher quality pollinators. We experimentally tested this hypothesis with populations of the understory herb Heliconia acuminata in central Amazonia. We created replicated plots in which reproductive plant density spanned the range of naturally occurring floral neighborhood size, then measured three surrogates of plant fitness in focal plants in each array. There was no significant difference between any of the three floral neighborhood treatments in total seed production, fruit set, or the number of seeds produced per fruit. Pollinator visitation rates to plants in all treatments were extremely low, with many plants not visited at all during the observation period. This could be because H. acuminata's hummingbird pollinators are unable to find the widely scattered reproductive plants, however this hypothesis appears unlikely. Instead, natural flowering plant densities may simply be below the threshold value at which neighborhood effects become important, even in "high-density" aggregations. Nutrient limitation, selective fruit abortion, and reproduction via male rather than female function may also be playing a role. We argue the absence of neighborhood effects may be a general phenomenon in central Amazonian forests, though additional experiments with other plant-pollinator systems are needed to determine the extent to which this hypothesis is supported.Plantas reprodutivas em florestas tropicas são distribuidas em manchas, com algumas em grandes agregações coespecíficas e outras relativamente isoladas. A hipótese é que esta variação na densidade de flores em um local tem um grande efeito no sucesso reprodutivo de plantas, já que indivíduos em agregações maiores poderiam atrair mais polinizadores ou polinizadores de melhor qualidade. Esta hipótese foi testada na Amazônia central com populações da erva de sub-bosque Heliconia acuminata. Foram criadas parcelas em que a densidade de plantas reprodutivas simula a densidade natural, e medimos componentes de sucesso reprodutivo em plantas focais em cada parcela. Não houve diferença significativa entre nenhum dos tratamentos de densidade de flores em termos da taxa de produção de frutos, de produção total de sementes por planta, ou de produção de sementes por fruto. Visitas por polinizadores eram extremamente raras, e muitas plantas não receberam nenhuma visita. Isto poderia ser porque os beija-flores que polinizam Heliconia acuminata são muito ineficientes, mas isto parece não ser o caso. A densidade de flores pode simplesmente estar abaixo do limiar em que efeitos de densidade local são importantes, até mesmo em agregações de maior densidade. Limitação de nutrientes, aborto seletivo de frutos, e reprodução via função masculina e não feminina também poderiam ser responsáveis. Sugere-se que a ausência de efeitos de densidade local na reprodução de plantas pode ser um fenômeno geral nas florestas da Amazônia central, embora experimentos adicionais com outros sistemas são necessários para determinar se esta hipótese é valida.

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Bruna, E. M., Kress, W. J., Marques, F., & Silva, O. F. da. (2004). Heliconia acuminata reproductive success is independent of local floral density. Acta Amazonica, 34(3), 467–471. https://doi.org/10.1590/s0044-59672004000300012

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