Rugoscopia palatina e a aplicabilidade na identificação humana em odontologia legal: revisão de literatura

  • Tornavoi D
  • Silva R
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Abstract

As rugosidades palatinas são formadas no 3º mês de vida intra-uterina e permanecem na mesma posição durante toda a vida, possuindo resistência à ação destrutiva, uma vez cobertas pelas estruturas dentais e esqueléticas. Apresentam uma grande variabilidade anatômica, sendo assimétricas na espécie humana, o que diferencia os humanos dos demais mamíferos, individuais, imutáveis, perenes e passíveis de serem classificadas, requisitos fundamentais para a identificação humana, viabilizando sua utilização em ocasiões em que os métodos classicamente estabelecidos são inviáveis. Essa ferramenta da Antropologia Forense pode ser aplicada tanto no cadáver recente como no indivíduo vivo e são várias as formas e sistemas de classificações existentes. Assim, o objetivo do presente trabalho é, por meio de uma revisão de literatura, apresentar a importância deste recurso e os diferentes sistemas de classificação existentes. Conclui-se que a técnica de identificação por meio da rugosidade palatina é viável, mas, apesar de ser simples, por não exigir qualquer instrumentação complexa, deixa de ser utilizada por desconhecimento

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Tornavoi, D. C., & Silva, R. H. A. da. (2010). Rugoscopia palatina e a aplicabilidade na identificação humana em odontologia legal: revisão de literatura. Saúde, Ética & Justiça, 15(1), 28. https://doi.org/10.11606/issn.2317-2770.v15i1p28-34

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