Abstract
O artigo desenvolve a ideia de que a segregação como forma do urbano assinala os novos conteúdos da extensão do processo de urbanização sob a égide do capital financeiro. O espaço urbano assume um sentido estratégico para o processo de cumulação (ganhando um sentido produtivo) como modo de expansão da forma mercadoria (o capitalismo integra o espaço como estratégia de superação dos momentos de crise). A urbanização ao se expandir , neste momento da história, adquire potência destrutiva dos lugares da vida submetidos à lógica do processo de valorização. Para a sociedade, o urbano se torna fonte de privação, condição que esta na base das lutas pelo direto à cidade.
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Carlos, A. F. A. (2014). LA PRODUCCIÓN CONTRADICTORIA DEL ESPACIO URBANO Y LAS LUCHAS POR DERECHOS. Revista Cidades, 11(19). https://doi.org/10.36661/2448-1092.2014v11n19.11972
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