Abstract
Objetivou-se avaliar as aplicações de quitosana como película comestível na pós-colheita de mangabas. Foram utilizadas mangabas colhidas no estádio de vez. Após a lavagem, higienização e secagem ao ar, os frutos foram acondicionados em bandejas de poliestireno expandido com capacidade de 200 g e recobertos com filme PVC com 12 µm. Os frutos receberam os seguintes tratamentos: T1- sem quitosana (controle); T2- quitosana 0,25%; T3- quitosana 0,5%; T4- quitosana 1% e T5- quitosana 2%. As bandejas foram armazenadas em temperatura controlada durante 15 dias. A cada três dias, foram realizadas as avaliações de perda de massa, dos teores de ácido ascórbico, de sólidos solúveis, de acidez titulável e de açúcar redutor, além do pH e da aparência visual. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial (concentração de quitosana x tempo de armazenamento). Os resultados foram submetidos ao teste F (p<0,05) e à regressão polinomial. Concentrações de 1% e 2% mostram-se efetivas na aparência visual das mangabas, permitindo armazená-las por 15 dias.
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Mariano Nasser, F. A. de C., Boliani, A. C., Nasser, M. D., Pagliarini, M. K., & Mendonça, V. Z. (2016). Conservação de mangabas submetidas à aplicação de quitosana. Científica, 44(3), 279–285. https://doi.org/10.15361/1984-5529.2016v44n3p279-285
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