Resistências frente à medicalização da existência

  • Lemos F
  • Galindo D
  • Rodrigues R
  • et al.
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Abstract

Este artigo tem o objetivo de interrogar as práticas de medicalização dos corpos, no presente, e descrever alguns movimentos, associações e entidades que participam das resistências às práticas medicalizadoras. Busca-se pensar quais são os efeitos desses movimentos, quais são suas pautas e preocupações e como articulam reivindicações e críticas, diante do crescente processo de medicalização das existências e da sociedade. Aborda-se a constituição do objeto e a problemática do trabalho, a partir de Michel Foucault e das contribuições produzidas nas aulas, conferências e publicações realizadas, no Brasil. As resistências são apresentadas, descritas e analisadas no limite do contexto nacional, apesar de também serem pensadas em uma esfera internacional, mas não é o caso neste estudo. A presença das psicologias é marcante em boa parte dos movimentos de resistência e, em vários casos, se tornou a base de crítica à medicalização, nas últimas décadas com atuação relevante neste âmbito político e social.

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Lemos, F. C. S., Galindo, D., Rodrigues, R. V., & Ferreira, E. T. (2019). Resistências frente à medicalização da existência. Fractal: Revista de Psicologia, 31(2), 158. https://doi.org/10.22409/1984-0292/v31i2/5567

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