Abstract
Introdução e objetivo: O objetivo deste estudo foi identificar a presença de hábitos bucais deletérios e relacioná-la com a duração de aleitamento materno. Material e métodos: Foi realizado um estudo retrospectivo, utilizando-se dados secundários contidos em 143 prontuários de crianças entre 0 e 59 meses, assistidas em clínica pública de Odontopediatria. Nos prontuários, constavam perguntas sobre a presença de hábitos bucais e sua frequência, bem como o período de duração do aleitamento materno. Os dados foram analisados pelo emprego do teste do qui-quadrado, com nível de significância de 5%. Resultados: Verificou-se a presença de sucção de chupeta em 94 crianças (76,4%), respiração bucal em 28 (22,7%), bruxismo em 18 (14,7%) e sucção digital em 15 (12,2%). Dos 143 prontuários analisados, em 94 (65,7%) a duração relatada do aleitamento materno foi inferior a seis meses. Houve associação estatisticamente significante entre tempo de aleitamento materno e presença de hábito bucal deletério. Conclusão: O tempo insuficiente de aleitamento no peito está associado à presença de hábitos bucais deletérios.
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Fabiana Vargas FERREIRA, Ana Maria MARCHIONATTI, Marta Dutra Machado OLIVEIRA, & Juliana Rodrigues PRAETZEL. (2011). Associação entre a duração do aleitamento materno e sua influência sobre o desenvolvimento de hábitos orais deletérios. RSBO, 7(1), 35–40. https://doi.org/10.21726/rsbo.v7i1.1107
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