Abstract
A prática clandestina do aborto pode provocar diversos efeitos prejudiciais à saúde da mulher. Em muitos casos, a situação política, social e religiosa do Brasil favorece a automedicação e a procura por preparações caseiras e populares para induzir o aborto. Atualmente, medicamentos e plantas são alguns dos métodos empregados para interromper a gestação. Observa-se uma diversificação na legislação do aborto entre os países, com tendência à menor restrição na interrupção da gravidez em países desenvolvidos. É fundamental o envolvimento da iniciativa pública em programas de educação e planejamento familiar da população para que esta esteja capacitada a avaliar suas escolhas e os riscos aos quais se expõe. O objetivo do presente trabalho foi realizar uma revisão bibliográfica e análise crítica dos aspectos toxicológicos de fármacos e de plantas utilizados como abortifacientes, considerando também os riscos associados quando não há um acompanhamento médico efetivo.
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Roehsig, M., Sant’Anna, S. G., Salles, K. R. R. D., Santos, M. F. dos, & Yonamine, M. (2011). Abortifacientes: efeitos tóxicos e riscos. Saúde, Ética & Justiça, 16(1), 1. https://doi.org/10.11606/issn.2317-2770.v16i1p1-8
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