Abstract
O artigo analisa as formas como as adaptações de filmes a partir de romances têm sido vistas como um processo de perda, em que o romance ocupa um lugar privilegiado. Confrontando esta perspectiva, o ensaio propõe uma linguagem alternativa aos estudos de adaptação. A partir do conceito de dialogismo de Bakhtin e da definição de intertextualidade de Genette, torna-se possível pensar em adaptação em termos de uma prática intertextual.
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Stam, R. (2006). Teoria e prática da adaptação: da fidelidade à intertextualidade. Ilha Do Desterro A Journal of English Language, Literatures in English and Cultural Studies, 0(51). https://doi.org/10.5007/2175-8026.2006n51p19
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