Abstract
Há muito tempo, a questão da subjetividade do pesquisador assombra os historiadores. Qual é a distância certa em relação ao passado? É possível afastar-se do presente para entrar no passado em sua alteridade ou nós ainda estamos tentando projetar sobre o passado nossas próprias fantasias, interesses, preconceitos? É possível superar a alternativa entre objetivismo puro e subjetivismo radical? Depois de uma reconstrução dessas questões, o meu propósito é explorar as possibilidades de superar a alternativa entre objetivismo puro e subjetivismo radical.
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Loriga, S. (2012). O eu do historiador. História Da Historiografia: International Journal of Theory and History of Historiography, 5(10), 247–259. https://doi.org/10.15848/hh.v0i10.451
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