Abstract
As áreas alteradas e degradadas podem ser recuperadas de várias formas, todavia a escolha do método correto depende de vários fatores como, por exemplo a resiliência do solo. Dessa forma, esta pesquisa tem como objetivo identificar quais as metodologias de recuperação de áreas degradadas mais aplicadas em cada bioma brasileiro e verificar em quais casos elas foram utilizadas. O método de pesquisa utilizado foi a revisão bibliográfica com abordagem qualitativa. Para tal, foram acessados links com acesso livre como: Science Eletronic Library (SciELO); Coordenação de Pesquisa e Aperfeiçoamento do Ensino Superior (CAPES), periódicos e Google Scholar, observado recorte temporal entre 2009 e 2019, com exceção da legislação ambiental estudada. Os dados obtidos e analisados indicaram que, dentre as metodologias aplicadas nos cinco biomas analisados, o plantio de mudas ocorreu em três (60%) deles: Cerrado, Amazônia Legal e Pampa; assim como a semeadura direta (60%): Caatinga, Pantanal e Pampa. Dos biomas onde foram mais aplicados, o primeiro método foi o mais utilizado no Cerrado e na Amazônia Legal e o segundo na Caatinga e no Pantanal. Com isso percebe-se que as diferentes características locais (topografia, solo, vegetação e luminosidade) devem ser consideradas para a seleção das metodologias e técnicas de recuperação de áreas degradadas, além de verificar fatores econômicos, como o custo da aplicabilidade de cada técnica.
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Rodrigues, A. B. M., Giuliatti, N. M., & Júnior, A. P. (2020). Aplicação de metodologias de recuperação de áreas degradadas nos biomas brasileiros/ Application of methodologies for degraded areas recovering in the Brazilian Biomes. Brazilian Applied Science Review, 4(1), 333–369. https://doi.org/10.34115/basrv4n1-021
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