Abstract
O artigo analisa a construção do ponto de vista narrativo e a mise-en-scène de Nome próprio, de Murilo Salles, que dialoga com romances de Clarah Averbuck centrados na personagem Camila; o objetivo é caracterizar a leitura que o filme traz da experiência desta jovem protagonista, focada nas tensões entre seu investimento especial no ato da escrita, sua interação com figuras de corpo presente e sua comunicação via redes sociais, mundo em que demandas se aceleram e se entrelaçam com a invenção de identidades.
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Xavier, I. N. (2015). O nome próprio, a tela-espelho, o corpo-palavra e seu duplo. Significação: Revista de Cultura Audiovisual, 42(43), 14. https://doi.org/10.11606/issn.2316-7114.sig.2015.98301
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