Abstract
A construção de um currículo flexível e adaptado à realidade dos estudantes, objetiva, não apenas a permanência desses alunos em sala de aula, mas sobretudo um real avanço do potencial de aprendizado destes. Para os gestores deste processo de ensino-aprendizagem, representa um desafio desenvolver estratégias inclusivas e significativas que possam abranger todas as modalidades de ensino. O presente estudo objetivou uma discussão sobre as práticas inclusivas no âmbito escolar. A metodologia consistiu em revisão integrativa com base nos aportes teóricos de autores como: Carara (2016); Carvalho (2012); Comenius (2012); Freire (2012); Mantoan (2002; 2006); Mendes; Gonçalves; Vilaronga e Zerbato (2014); Sánchez e Teodoro (2006); Santana (2000); Valle e Connor(2014); Vygotski (2001), dentre outros. Os resultados demonstraram que enquanto a realidade de muitas escolas não avançarem no que diz respeito a estrutura e recursos, boa formação e qualificação dos docentes, bem como no uso de tecnologias e novas práticas inclusivas, a educação dificilmente mudará. A educação hoje no Brasil, urge por políticas públicas que facilitem a inclusão nas escolas, para que possam desenvolver todas as suas múltiplas aptidões de maneira mais eficaz. É evidente que muito há que se fazer para a construção de práticas pedagógicas que incluam o aluno com necessidades educacionais especiais no cenário educacional.
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Silva, D. C. da, & Miguel, J. R. (2020). Práticas Pedagógicas Inclusivas no Âmbito Escolar / Inclusive Pedagogical Practices in the School Environment. ID on Line REVISTA DE PSICOLOGIA, 14(51), 880–894. https://doi.org/10.14295/idonline.v14i51.2639
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