Abstract
Com os avanços da medicina moderna e do conhecimento tecnológico, aumentou o número de pessoas com doenças crônicas e progressivas. Também as opções de tratar se diversificaram e, assim, adiar a morte tornou-se possível. Quando é necessário proceder à tomada de decisão sobre nutrição e hidratação artificiais, em pessoas doentes em cuidados paliativos, estas mesmas decisões apresentam dilemas éticos complexos que envolvem os princípios de beneficência, e não-maleficência.
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Pinho-Reis, C. (2019). Beneficência e Não-maleficência em Fim de Vida: O Caso da Nutrição e Hidratação Artificiais. Revista Kairós : Gerontologia, 22(4), 57–76. https://doi.org/10.23925/2176-901x.2019v22i4p57-76
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