Novos anticoagulantes em cuidados intensivos

  • Flato U
  • Buhatem T
  • Merluzzi T
  • et al.
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New anticoagulants in critical care settings INTRODUÇÃO O paciente crítico deve ser monitorizado de forma sistemática quanto à ocor-rência de eventos trombóticos, arteriais e venosos, representados por uma série de situações clínicas, como a trombose venosa profunda (TVP), o tromboembolismo pulmonar (TEP), as síndromes coronarianas agudas e as doenças com potencial risco tromboembólico, como a fibrilação atrial (FA). Devido à abrangência do tema, o escopo desta revisão abordará particularmente as doenças trombóticas venosas. Dados da literatura (1,2) demonstram uma incidência de TVP em unidade de tera-pia intensiva (UTI) ao redor de 60% na ausência de profilaxia adequada com an-ticoagulantes. Podemos dividir os fatores de risco associados ao desenvolvimento de tromboembolismo venoso (TEV) em pacientes críticos em dois grupos: fato-res preexistentes e fatores adquiridos na UTI. No primeiro grupo estão incluídos procedimentos cirúrgicos recentes, trauma, queimadura, neoplasia, idade avançada, insuficiência cardíaca ou respiratória, infarto agudo do miocárdio, tromboembolis-mo prévio, gravidez/puerpério e uso de estrógenos. Os fatores adquiridos na UTI são presença de cateter venoso central, sepse, sedação, uso de bloqueadores

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Flato, U. A. P., Buhatem, T., Merluzzi, T., & Bianco, A. C. M. (2011). Novos anticoagulantes em cuidados intensivos. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, 23(1), 68–77. https://doi.org/10.1590/s0103-507x2011000100012

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