Abstract
A cultura digital que se instaurou no século XXI trouxe novos parâmetros para a criação, difusão e preservação da música no Brasil e no mundo. Investigar as narrativas que se criam neste ambiente contemporâneo, em suas construções da memória e da história, exige do historiador da cultura uma nova postura conceitual metodológica, institucional e discursiva. Este artigo se propõe a diagnosticar e sistematizar esses desafios com o objetivo de matizar algumas perspectivas para este novo cenário conceitual, em torno dos conceitos desenvolvidos aqui da “memória em disputa” e da “memória equivalente”.
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Machado, C. (2015). Entre o passado e o futuro das coleções e acervos de música no Brasil. Revista de História, (173), 457. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9141.rh.2015.100876
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