Abstract
Neste artigo pretendo explorar as diferentes articulações entre o espaço e o tempo na prática do graffiti e da street art. Para tal partimos da ideia de distintas economias de espaço-tempo, analisando as práticas artísticas enquanto actos performativos que acontecem num quadro espácio-temporal determinado. Entendemos que a performance levada a cabo está intimamente dependente de uma série de condicionamentos e oportunidades de natureza espácio-tempiral. Como estas oportunidades e constrangimentos contribuem para a performance levada a cabo e para o tipo de obra realizada é o que será discutido neste texto.
Cite
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Campos, R. (2017). O espaço e o tempo do graffiti e da street art. CIDADES, Comunidades e Territórios, (34). https://doi.org/10.15847/citiescommunitiesterritories.jun2017.034.art01
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