Abstract
Introduction: Student academic achievement in higher education is shaped not only by cognitive capabilities but also by affective attributes. Despite the recognized role of spatial thinking and emotional intelligence in academic performance, the interplay between these variables, particularly through the mediating function of self-efficacy, has not been sufficiently explored Objective: This study aims to examine the direct and indirect effects of spatial thinking ability and emotional intelligence on academic achievement, with self-efficacy as a mediator. Methodology: Employing a quantitative ex post facto design, data were collected from 387 university students enrolled in Sports Education Programs using standardized instruments measuring spatial thinking, emotional intelligence, self-efficacy, and academic outcomes. Data were analyzed using path analysis to evaluate both direct and mediated relationships among variables. Results: The findings indicate that spatial thinking exerts a significant direct influence on self-efficacy (β = 0.194) and academic achievement (β = 0.398), whereas emotional intelligence significantly predicts self-efficacy (β = 0.269) but not academic achievement directly (β = 0.052). Self-efficacy itself shows a strong direct effect on academic achievement (β = 0.360) and serves as a significant mediator in the relationships involving both predictors.. Discussion: These results highlight the importance of integrating cognitive and emotional skills development to enhance learners' academic resilience. Conclusions: Educational programs should incorporate spatial reasoning tasks and emotional self-regulation strategies to strengthen students’ belief in their academic abilities and improve performance outcomes.Introducción: El rendimiento académico de los estudiantes en la educación superior se configura no solo por las capacidades cognitivas, sino también por los atributos afectivos. A pesar del papel reconocido del pensamiento espacial y la inteligencia emocional en el desempeño académico, la interacción entre estas variables, particularmente a través de la función mediadora de la autoeficacia, no ha sido suficientemente explorada. Objetivo: Este estudio tiene como objetivo examinar los efectos directos e indirectos del pensamiento espacial y la inteligencia emocional sobre el rendimiento académico, considerando la autoeficacia como variable mediadora. Metodología: Utilizando un diseño cuantitativo ex post facto, se recolectaron datos de 387 estudiantes universitarios matriculados en programas de Educación Deportiva mediante instrumentos estandarizados que midieron el pensamiento espacial, la inteligencia emocional, la autoeficacia y los resultados académicos. Los datos fueron analizados mediante análisis de trayectorias (path analysis) para evaluar las relaciones directas y mediadas entre las variables. Resultados: Los hallazgos indican que el pensamiento espacial ejerce una influencia directa significativa sobre la autoeficacia (β = 0.194) y el rendimiento académico (β = 0.398), mientras que la inteligencia emocional predice significativamente la autoeficacia (β = 0.269), pero no el rendimiento académico de forma directa (β = 0.052). La autoeficacia muestra un efecto directo fuerte sobre el rendimiento académico (β = 0.360) y actúa como un mediador significativo en las relaciones que involucran a ambos predictores. Discusión: Estos resultados destacan la importancia de integrar el desarrollo de habilidades cognitivas y emocionales para mejorar la resiliencia académica de los estudiantes. Conclusiones: Los programas educativos deberían incorporar tareas de razonamiento espacial y estrategias de autorregulación emocional para fortalecer la creencia de los estudiantes en sus capacidades académicas y mejorar los resultados de desempeño.Introdução: O desempenho académico dos estudantes no ensino superior é moldado não só pelas competências cognitivas, mas também pelos atributos afetivos. Apesar do papel reconhecido do pensamento espacial e da inteligência emocional no desempenho académico, a interação entre estas variáveis, particularmente através do papel mediador da autoeficácia, não foi suficientemente explorada. Objectivo: Este estudo visa examinar os efeitos directos e indirectos do pensamento espacial e da inteligência emocional no desempenho académico, considerando a auto-eficácia como variável mediadora. Metodologia: Recorrendo a um desenho quantitativo ex post facto, foram recolhidos dados de 387 estudantes universitários inscritos em programas de Educação Desportiva, utilizando instrumentos padronizados que mensuravam o pensamento espacial, a inteligência emocional, a autoeficácia e os resultados académicos. Os dados foram analisados através de análise de percursos para avaliar as relações diretas e mediadas entre as variáveis. Resultados: Os resultados indicam que o pensamento espacial exerce uma influência direta significativa na autoeficácia (β = 0,194) e no desempenho académico (β = 0,398), enquanto a inteligência emocional prediz significativamente a autoeficácia (β = 0,269), mas não prediz diretamente o desempenho académico (β = 0,052). A autoeficácia demonstra um forte efeito direto no desempenho académico (β = 0,360) e atua como um mediador significativo nas relações que envolvem ambos os preditores. Discussão: Estes resultados destacam a importância de integrar o desenvolvimento de competências cognitivas e emocionais para melhorar a resiliência académica dos alunos. Conclusões: Os programas educativos devem incorporar tarefas de raciocínio espacial e estratégias de autorregulação emocional para fortalecer a crença dos alunos nas suas competências académicas e melhorar os resultados de desempenho.
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Kamaruddin, R., Fitrianti, H., Rusali, E., Wajdi, M., & Zulkifli, Z. (2025). Examining the effects of spatial thinking, emotional intelligence, and self-efficacy on academic achievemen among students in sports education programs. Retos, 71, 788–804. https://doi.org/10.47197/retos.v71.117349
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