Gestante e necessidade da vitamina D

  • Basile L
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A vitamina D, lembrada sempre pela sua ação no metabolismo de cálcio e fósforo, tem sido envolvida também no controle e regulação da diferenciação e crescimento celular em vários tecidos, assim como no sistema imune e na gênese tumoral (câncer de cólon, de mama e de próstata). Além disso, receptores deste hormônio podem ser encontrados em quase todos os tecidos do organismo e outras ações não relacionadas ao metabolismo mineral têm sido imputadas a ele. Na atualidade existem muitas pesquisas associando a falta de vitamina D no organismo a algumas doenças (esclerose múltipla, artrite reumatóide, obesidade, síndrome metabólica, diabetes mellitus tipo 1, lúpus eritematoso sistêmico, osteoartrite, doença inflamatória intestinal, doença de Crohn e retocolite ulcerativa). Os problemas vão além da saúde óssea prejudicada - relação já estabelecida, pois o nutriente contribui para a fixação do cálcio nos ossos, sendo a deficiência (< 20 ng/ml) ou insuficiência (20 a 30 ng/ml) associada à osteomalácia, oesteopenia, osteoporose e com maior risco de fraturas ósseas. A deficiência de vitamina D pode ser um fator de risco para o resultado negativo na gravidez, como parto pré-termo, baixo peso ao nascer, restrição do crescimento intra-uterino e diabetes gestacional. Portanto, a prevenção da deficiência de vitamina D em mulheres grávidas é essencial.

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Basile, L. H. (2014). Gestante e necessidade da vitamina D. International Journal of Nutrology, 07(01), 005–013. https://doi.org/10.1055/s-0040-1704012

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