A MENSURAÇÃO DO GRAU DE INDEPENDENCIA DO BANCO CENTRAL: UMA ANÁLISE DE SUAS FRAGILIDADES

  • Mendonça H
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A discussão que envolve a independência dos bancos centrais apresenta dois pilares de sustentação: um teórico e outro empírico. O argumento teórico baseia-se na hipótese de que policymakers são sujeitos ao viés inflacionário. No que se refere ao caráter empírico, o ponto principal da discussão resulta da observação da existência de correlação negativa entre o grau de independência do banco central e a inflação. A análise empírica recebeu grande impulso a partir da segunda metade da década de 80 e início dos anos 90 com o desenvolvimento de índices de independência. Este artigo apresenta as fragilidades associadas aos índices que medem o nível de independência dos bancos centrais, e ilustra o caso do Brasil. Os resultados encontrados indicam que maior independência, tal como indicado pelos índices existentes, não é capaz de garantir baixas taxas de inflação.

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Mendonça, H. F. de. (2009). A MENSURAÇÃO DO GRAU DE INDEPENDENCIA DO BANCO CENTRAL: UMA ANÁLISE DE SUAS FRAGILIDADES. Análise Econômica, 19(36). https://doi.org/10.22456/2176-5456.10670

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