La beca 18 Comunidades Nativas Amazónicas (CNA): políticas afirmativas para estudiantes indígenas en universidades peruanas

  • Cárdenas-Palacios C
  • Belaúnde L
  • Cortez L
  • et al.
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Abstract

Este artículo examina el surgimiento y evolución de la Beca 18 modalidad Comunidades Nativas Amazónicas (CNA) en Perú entre el 2014 al 2021, enfocando en la perspectiva de la federación indígena nacional Aidesep y los funcionarios públicos del Programa Nacional de Becas y Crédito Educativo (Pronabec). La metodología de investigación combina el análisis de documentos institucionales y entrevistas en profundidad con miembros de ambas instituciones. Destacamos la iniciativa de Aidesep de convocar al diálogo a Pronabec en 2013, el trabajo colaborativo entre Aidesep y Pronabec en los primeros años de la beca, así como la falta de estadísticas disponibles al público, especialmente sobre permanencia y egreso de los becarios indígenas en las universidades. La “pérdida de la beca” es identificada por ambas instituciones como la principal limitante, pero cada cual tiene diferentes percepciones del tipo de acompañamiento requerido por los becarios para lograr culminar sus estudios. La noción amazónica de “acostumbrarse” surge, entonces, como un elemento clave de la propuesta indígena de acompañamiento.This paper examines the origin and evolution of the Scholarship for Amazonian Native Communities, Beca 18 (CNA) in Peru from 2014 and 2021, focusing on the perspective of both the national indigenous federation, Aidesep and the National Program of Scholarships and Educational Credit (Pronabec). The research methodology combines the analysis of institutional documents and in-depth interviews with members of both institutions. We highlight Aidesep's initiative to establish a dialogue with Pronabec in 2013, the collaborative efforts between Aidesep and Pronabec during the early years of the scholarship, and the lack of publicly available statistics, particularly regarding the retention and graduation of indigenous university students. Both institutions identify the “loss of the scholarship” as amajor limitation, though each has different views on providing support to students to help them complete their studies. The Amazonian notion of ‘getting usedd to’ (acostumbrarse) emerges as a key element of the indigenous approach to supporting indigenous students.Este artigo examina o surgimento e a evolução da Bolsa 18 modalidade Comunidades Nativas Amazônicas (CNA) no Peru entre 2014 e 2021, com foco na perspectiva da federação nacional indígena Aidesep e dos funcionários públicos do Programa Nacional de Bolsas e Crédito Educacional (Pronabéc). A metodologia de pesquisa combina a análise de documentos institucionais e entrevistas em profundidade com membros de ambas as instituições. Destacamos a iniciativa de Aidesep de convocar ao diálogo com Pronabec em 2013, o trabalho colaborativo entre a Aidesep e o Pronabec nos primeiros anos da bolsa, bem como a falta de estatísticas à disposição do público, especialmente sobre à permanência e graduação de bolsistas indígenas nas universidades. A “perda da bolsa” é apontada por ambas as instituições como a principal limitação, mas cada uma tem percepções diferentes sobre o tipo de acompanhamento precisado pelos bolsistas para a conclusão dos estudos. A noção amazônica de “se acostumar” surge, então, como elemento chave da proposta indígena de acompanhamento.

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Cárdenas-Palacios, C. G., Belaúnde, L. E., Cortez, L., & Pesantes, M. A. (2024). La beca 18 Comunidades Nativas Amazónicas (CNA): políticas afirmativas para estudiantes indígenas en universidades peruanas. Mundo Amazónico, 15(2), e113451. https://doi.org/10.15446/ma.v15n2.113451

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