Abstract
Introdução: O pré-natal é crucial para uma gestação segura, prevenindo complicações e garantindo saúde física e emocional. Objetivo: Analisar os fatores comuns relacionados com a baixa adesão das gestantes ao início do pré-natal de risco habitual na Estratégia de Saúde da Família. Métodos: Estudo de revisão integrativa da literatura, com abordagem descritiva e natureza qualitativa, através das bases de dados BVS, Medline, LILACS, SciELO e PubMed. Foram incluídos artigos em português e inglês, entre os anos de 2019 e 2024, foram selecionados 12 artigos para a referida pesquisa. Resultados: A baixa adesão ao pré-natal, especialmente entre adolescentes, é uma preocupação significativa. Diversos aspectos afetam o início tardio do pré-natal, incluindo gravidez não planejada, histórico de cesarianas e aspectos socioeconômicos e culturais. A inadequação do pré-natal aumenta riscos como prematuridade e baixo peso ao nascer. Baixa escolaridade do casal, moradia rural, gravidez indesejada, estado civil, múltiplos filhos, etnia, idade, renda e inadequação da assistência estão associados ao início das consultas após a 12ª semana de gestação nas Estratégias de Saúde da Família. Conclusão: A baixa adesão ao pré-natal, influenciada por fatores socioeconômicos e culturais, exige ações proativas dos profissionais de saúde. A educação em saúde e o fortalecimento das redes de apoio são essenciais para garantir acesso à assistência adequada, melhorando a saúde materno-infantil.
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Oliveira, N. N. de, Moraes, I. K. do N., & Vilela, A. B. A. (2024). Aspectos associados a baixa adesão ao início do pré natal de risco habitual em gestantes atendidas na estratégia de saúde da família: uma revisão integrativa da literatura. CONTRIBUCIONES A LAS CIENCIAS SOCIALES, 17(12), e12423. https://doi.org/10.55905/revconv.17n.12-060
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