Abstract
Este trabalho enfatiza o papel dos jardins históricos como a expressão de um ambiente historicamente produzido. Analisa e contextualiza essa recente categoria patrimonial tendo como referência a sua temporalidade e a integridade de sua permanência. Defende que esses" monumentos vivos" são documentos culturais que se renovam e se deterioram, e que a apropriação descomprometida põe em risco o significado e o testemunho futuro.
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Andrade, I. E.-J. (2008). Construção e desconstrução do conceito de jardim histórico. Risco: Revista de Pesquisa Em Arquitetura e Urbanismo (Online), 0(8), 138. https://doi.org/10.11606/issn.1984-4506.v0i8p138-144
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