Abstract
Este artigo busca proporcionar reflexões acerca dos impactos da brincadei- ra sobre aspectos do desenvolvimento infantil, especificando a necessidade de intervenções que estimulem a prática do brincar em crianças com trans- torno do espectro autista (TEA). Visto que a experiência do brincar perpas- sa o campo biopsicossocial, faz-se necessário pensar como esse processo atravessa as crianças com TEA diante das peculiaridades de se relacionar com o outro e com o mundo. A revisão teórica foi produzida com base na perspectiva sócio-histórica de Vygotsky, por meio de livros e levantamentos teóricos de publicações entre os anos 2010 e 2020, selecionados em plata- formas digitais. Como resultado, entende-se que o estímulo das experiências proporcionadas pelo brincar promove um enriquecimento de estruturas psicológicas, levando à construção de sujeitos cada vez mais autônomos. Tal capacidade não deve ser limitada quando se fala de crianças com TEA, que, por meio de mediação e estímulos adequados, possuem condições de se desenvolver brincando. P
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Albuquerque, I., & Benitez, P. (2020). O brincar e a criança com transtorno do espectro autista: revisão de estudos brasileiros. Revista Ibero-Americana de Estudos Em Educação, 15(4), 1939–1953. https://doi.org/10.21723/riaee.v15i4.12811
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