Abstract
A proposta deste artigo é clarificar questões que problematizem a noção preestabelecida de transformação comportamental humana, diante do contexto da cultura digital, com a compreensão de posicionamentos integrados e apocalípticos de Umberto Eco (1993), frente às inovações tecnológicas. Além de dar visibilidade à opacidade de alguns mitos pré-determinados da utilização dubitável do termo inteligente, enquanto atributo de perspicácia e intelecção, diante da análise crítica de Flusser (2008), sob o modo de compreensão de como sistemas programados por aparelhos tecnológicos são utilizados e como, a partir disso, a cultura é afetada.
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Saraiva Rodrigues, O., & De Sousa Rocha, C. (2020). Cultura Digital. ALCEU, 20(42), 71–82. https://doi.org/10.46391/alceu.v21.ed42.2020.183
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