Abstract
Duas grandes tendências manifestaram-se no Brasil no estudo das formações superficiais, nem sempre convergentes, porém ambas tentando distinguir as autóctones das alóctones: a dos pedólogos, porque as fomações superficiais representam os materiais de origem dos solos, e a dos geomorfólogos/geólogos, porque podem representar testemunhos dos processos responsáveis pela elaboração do relevo. Aqui é apresentada uma síntese das origens e direções exploradas por essas tendências, mostrando os principais resultados alcançados, terminando com as perspectivas abertas pela aplicação do procedimento da análise estrutural da cobertura pedológica em duas direções: possibilitando uma definição mais correta da questão da autoctonia/aloctonia das formações superficiais e avaliando a importância dos processos biogeodinâmicos na elaboração das formas de relevo.
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Queiroz Neto, J. P. de. (2001). O estudo de formações superficiais no Brasil. Revista Do Instituto Geológico, 22(1–2), 65–78. https://doi.org/10.5935/0100-929x.20010003
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