O estudo de formações superficiais no Brasil

  • Queiroz Neto J
N/ACitations
Citations of this article
13Readers
Mendeley users who have this article in their library.

Abstract

Duas grandes tendências manifestaram-se no Brasil no estudo das formações superficiais, nem sempre convergentes, porém ambas tentando distinguir as autóctones das alóctones: a dos pedólogos, porque as fomações superficiais representam os materiais de origem dos solos, e a dos geomorfólogos/geólogos, porque podem representar testemunhos dos processos responsáveis pela elaboração do relevo. Aqui é apresentada uma síntese das origens e direções exploradas por essas tendências, mostrando os principais resultados alcançados, terminando com as perspectivas abertas pela aplicação do procedimento da análise estrutural da cobertura pedológica em duas direções: possibilitando uma definição mais correta da questão da autoctonia/aloctonia das formações superficiais e avaliando a importância dos processos biogeodinâmicos na elaboração das formas de relevo.

Cite

CITATION STYLE

APA

Queiroz Neto, J. P. de. (2001). O estudo de formações superficiais no Brasil. Revista Do Instituto Geológico, 22(1–2), 65–78. https://doi.org/10.5935/0100-929x.20010003

Register to see more suggestions

Mendeley helps you to discover research relevant for your work.

Already have an account?

Save time finding and organizing research with Mendeley

Sign up for free