Abstract
O estudo objetiva verificar os padrões de dependência espacial de fatores socioeconômicos e demográficos explicativos para o registro de casos de dengue nos municípios do Rio Grande do Sul entre os anos de 2009 a 2015. Para isso, é estabelecida uma ponte interdisciplinar entre as áreas da epidemiologia e economia. Através de um modelo econométrico Logit estimado via GMM espacial de Conley (1999), verificamos que o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M), Índice de Gini para desigualdade de renda a densidade populacional mostram-se parcialmente explicativos, complementando-se a análise através de considerações acerca das condições climáticas específicas a cada região. Palavras-chave: Dengue, análise espacial, economia da saúde, mapeamento geográfico.
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Adamczyk, W. B., & Fahl, G. B. (2018). Incidência de dengue no Rio Grande do Sul: uma análise econométrica espacial. Perspectiva Econômica, 13(3). https://doi.org/10.4013/pe.2017.133.04
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