Abstract
Fala-se cada vez mais da recuperação do desenho no trabalho etnográfico. Mas o que está exatamente a ser resgatado? Que particularidades pode o desenho trazer ao trabalho do antropólogo que nenhuma outra prática da percepção possua também? E, uma vez identificadas essas particularidades, como se consegue integrá-las na formação do antropólogo? Partindo do desenho como prática-em-pensamento, a sua natureza, os seus utensílios na percepção da realidade visual e o seu lugar por entre os demais utensílios do antropólogo, o presente texto pretende identificar e caracterizar do trabalho da atenção e a sua importância no trabalho etnográfico.
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Cabau, P. (2016). Crús e descosidos. Reflexões em torno do ensino do desenho da antropologia. Cadernos de Arte e Antropologia, (Vol. 5, No 2), 33–48. https://doi.org/10.4000/cadernosaa.1104
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