Abstract
INTRODUÇÃO Minha experiência como editor da RAE permitiu aprendizado sobre as dificuldades de lidar com o tema da similaridade da publicação da produção científica na era digital. Constantemente tinha que arbitrar sobre questões delicadas, e diversas vezes tive a oportunidade de me expressar, em apresentações orais e em editoriais da própria revista, sobre como enfrentar esse tema tão complexo. Pretendo reproduzir, neste curto artigo da seção Perspectivas conceitos que fui adquirindo ao longo daquele período, utilizando material de alguns dos editoriais que escrevi para ajudar a compreender o tema. Vou evitar, sempre que possível, a expressão "plágio" nesta discussão, que entendo ter o objetivo de informar e educar os autores. Plágio pressupõe dolo, e, na maioria dos casos que enfrentei, o principal problema era de erros de interpretação e falta de entendimento do processo editorial acadêmico. Nos casos onde há má intenção explícita, o problema é de outra ordem, e não vou discuti-los aqui, até porque eles acontecem com menos frequência e devem ser tratados de acordo com preceitos jurídicos, o que não é minha especialidade. O objetivo deste artigo é ajudar os autores bem-intencionados nas diversas situações que eles podem enfrentar ao preparar seus artigos para publicação em periódicos de alto nível. Em primeiro lugar, para uma boa ilustração da complexidade do problema da similaridade e da diversidade de situações em que ela se manifesta, recomendo consultar o infográfico "Did
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DINIZ, E. H. (2018). O GATO QUE COPIA: SIMILARIDADES E PRODUÇÃO ACADÊMICA NA ERA DIGITAL. Revista de Administração de Empresas, 58(2), 201–205. https://doi.org/10.1590/s0034-759020180208
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