Abstract
Avalia-se a captura de CO2 devido à carbonatação natural em argamassas de revestimento com distintos teores de cal hidratada, considerando espessuras de aplicação de 10 a 80 mm. Dados de profundidade de carbonatação ao longo do tempo de amostras em ambiente externo protegido foram usados na modelagem. A avaliação do teor de carbono fixado foi conduzida via termogravimetria. Tem-se que quanto maior o teor de cal, menor a velocidade de difusão e maior o teor de CO2 fixado. Espessuras de revestimento maiores que 20 mm demandam tempos superiores a 3 meses para o esgotamento da capacidade de fixação de carbono.
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Fontolan, B. L., Gava, G. P., & Possan, E. (2023). Captura de CO2 em argamassas de revestimento: avaliação de cenários. In XIX ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO (Vol. 19, pp. 1–12). UFRGS. https://doi.org/10.46421/entac.v19i1.1974
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