Abstract
O texto começa por perguntar se seremos capazes de construir mais e melhor cidade no futuro próximo. Implícito está o pressuposto de que a sociologia urbana, na sua versão clássica, não está em condições de oferecer indicações sobre como fazê-lo. Para tal, ela terá que repensar-se e que reformar os seus quadros teóricos e procedimentos analíticos. Para ilustrar esta necessidade, o texto percorre terrenos (zonas de intermediação) onde habitualmente apenas se vêem sinais de retracção dos espaços públicos e busca neles potenciais virtudes políticas em emergência.
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Fortuna, C. (2002). Culturas urbanas e espaços públicos: Sobre as cidades e a emergência de um novo paradigma sociológico1. Revista Crítica de Ciências Sociais, (63), 123–148. https://doi.org/10.4000/rccs.1272
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