Abstract
Resumo Neste artigo, questiono como podemos, entre privilégios e opressões, escutar vozes que ecoam da marginalidade, seus anseios e demandas diante do aparato penal. Recorrendo às implicações epistemológicas da perspectiva do ponto de vista feminista, tensiono os paradoxos entre o saber criminológico e o feminista no país, com objetivo de avançar na crítica interseccional e possibilitar caminhos de escuta ativa de pesquisadoras/es e atores do sistema de justiça criminal.Abstract In this article, I question how we can, between privileges and oppressions, listen to voices that echoes from the margins, their yearnings and demands before the criminal law. Drawing on the epistemological implications from a feminist standpoint, I stress the paradoxes between criminological and feminist knowledge in the country, in order to advance in intersectional critique and provide avenues for active listening by researchers and actors of the criminal justice system.
Cite
CITATION STYLE
Andrade, M. de M. V. (2020). “Podem os privilegiados escutar?”: provocações dos feminismos marginais à crítica criminológica. Revista Direito e Práxis, 11(4), 2302–2329. https://doi.org/10.1590/2179-8966/2019/43476
Register to see more suggestions
Mendeley helps you to discover research relevant for your work.