Abstract
Apesar de a cinesioterapia para o assoalho pélvico fazer parte do padrão áureo para o tratamento das disfunções do assoalho pélvico, um terço das mulheres apresenta dificuldade de identificação daquela musculatura o que tolhe o início do tratamento. A ginástica hipopressiva é técnica recente que promete contração reflexa da musculatura do assoalho pélvico, mas é parca a evidência a este respeito. Métodos: Organização da evidência, especialmente por exames de imagem e eletromiografia, publicada até o momento. Resultados: A ginástica hipopressiva provoca momento cranial das vísceras, o que pode ser observado por ultrassonografia, ressonância magnética e observação direta via espéculo. A eletromiografia durante a manobra sugere ativação reflexa da musculatura do assoalho pélvico. Conclusão: A ginástica hipopressiva age no assoalho pélvico, e pode ser utilizada como técnica adjuvante para o despertar proprioceptivo da musculatura local.Palavras-chave: ginástica hipopressiva, cinesioterapia, assoalho pélvico, propriocepção, fisioterapia.
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Latorre, G. F. S., Seleme, M. R., Resende, A. P. M., & Berghmans, B. (2017). Ginástica hipopressiva: as evidências de uma alternativa ao treinamento da musculatura do assoalho pélvico de mulheres com déficit proprioceptivo local. Fisioterapia Brasil, 12(6), 463–466. https://doi.org/10.33233/fb.v12i6.960
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